Você já ouviu falar no famoso Índice Glicêmico dos alimentos? Sabe a sua importância?

Você já ouviu falar no famoso Índice Glicêmico dos alimentos? Sabe a sua importância?

O Índice Glicêmico é a velocidade com que os alimentos aumentam as taxas de glicose no sangue (quando comparados com a ingestão da própria glicose pura!).

Quanto maior o índice glicêmico, mais rapidamente as taxas de glicose sobem.
Dois alimentos podem ter a mesma quantidade de carboidrato, mas um ter um índice glicêmico (IG) mais alto do que o outro e aumentar a glicemia mais rapidamente.

Em relação a classificação:

Os alimentos com índice glicêmico inferior a 55 têm baixo índice glicêmico e em geral são mais saudáveis, os que têm entre 56 e 69 têm um índice glicêmico moderado, e alimentos com valores a partir de 70 têm um índice glicêmico elevado.

E qual a importância dessa velocidade?

Quando a atividade é rápida demais, ou seja, quando o açúcar é liberado de forma acelerada (o que acontece, normalmente, por conta de alimentos nada saudáveis), o corpo pode criar um desequilíbrio nos níveis de glicose no sangue, favorecendo o início do diabetes tipo 2.⚠⚠⚠

E como podemos modificar?

O índice glicêmico de um alimento é diferente quando consumido sozinho do que quando combinado com outros alimentos.

Ao comer um alimento de alto IG, você pode combiná-lo com outros alimentos de baixo IG, ou com fibras e gorduras, para equilibrar o efeito sobre os níveis de glicose no sangue.

A forma de cozinhar também altera. Um purê de batata tem um IG maior do que a batata cozida por exemplo.

Quais alimentos tem IG alto?

– Pão branco;
– Cereais matinais de milho;
– Tapioca
– Waffle;
– Arroz
– Cenoura
– Beterraba
– Banana

⚠⚠⚠ MAS CALMA ….

Como há muitos fatores que podem modificar IG, como preparo, processamento, associação com outros alimentos NÃO precisamos excluir esses alimentos da nossa dieta.

O mais importante é manter uma dieta equilibrada e saudável.

Uma boa dica para equilibrar as refeições é sempre incluir alimentos integrais, vegetais, frutos secos como castanhas e amendoins, e fontes de proteínas como leite, iogurte, ovos e carnes.

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